Tratamentos para a

Doença de Peyronie

A Doença de Peyronie afeta 8% da população masculina com mais de 50 anos, mas pode afetar até 18% de homens que realizaram cirurgias pélvicas grandes, como a prostatectomia para o câncer de próstata.

A despeito de 15% dos casos agudos melhorarem espontaneamente, o restante dos pacientes pode apresentar uma evolução crônica e degenerativa da função sexual ou erétil.

Sobre a Doença de Peyronie

Conheça mais detalhes

Também conhecida como Curvatura adquirida, a doença de Peyronie é um problema de saúde que se caracteriza por uma cicatriz fibrosa presente no tecido superficial que recobre o pênis.

A princípio, é possível que o homem não apresente sintomas, mas com o passar dos anos e se não tratada adequadamente, essa doença acaba reduzindo a elasticidade do tecido peniano, o que gera uma deformidade facilmente percebida durante a ereção.

E, dependendo do grau de deformidade apresentado, é possível que essa condição impossibilite o homem de ter relações em função da dor extrema, além de interferir no seu bem-estar e qualidade de vida.

Essa doença ocorre com maior frequência em homens com idade a partir dos 60 anos, mas isso não quer dizer que ela não possa se manifestar em outras fases da vida. Inclusive, em alguns países, cerca de 13% dos homens adultos apresentam esse tipo de deformidade, em diferentes graus da doença.

A doença de Peyronie pode apresentar diferentes causas, mas nenhuma delas pode ser considerada com uma relação direita com a formação de placas. Dentre as principais é possível citar a idade avançada, problemas de ereção, disfunções hormonais, fraturas, traumas e fissuras penianas, diabetes, cirurgias na próstata, dentre outras.

Quanto mais cedo o diagnóstico acontecer, maiores são as chances de uma boa evolução da doença, com curvaturas mais brandas e com evolução mais lenta. Por isso, entre em contato com o Instituto Peyronie para receber o orientação mais adequada para seu caso.

Principais tratamentos

A partir do momento em que o paciente recebe o diagnóstico e descobre que tem a doença de Peyronie, o próximo passo consiste em buscar a melhor forma de tratamento para que a doença regrida ou evolua de forma branda.

Existem poucos tratamentos realmente eficientes para a fase aguda da doença, mas podemos citar os mecanismos de tração, terapias para diminuição da inflamação, a aplicação de ondas que choque (LECO) e até mesmo terapias com células tronco, já disponíveis no Brasil sob protocolos de estudo.

O tratamento clínico é uma das opções que sempre devem ser consideradas na fase aguda da doença.

Esse tratamento pode incluir: medicamentos para melhora da ereções, medicamentos de controle da inflamação, mecanismos de tração peniana, terapia com ondas de choque (LECO), terapia com células tronco.

O tratamento cirúrgico só deve ser considerado quando as placas se estabilizaram ou em vigência de doença aguda disseminada com falha de controle.

Antes da cirurgia também deve-se considerar terapia com aplicação de produtos que podem dissolver ao menos parte de placas únicas e com deformidade preferencialmente em apenas um plano.

No caso de cirurgia, as técnicas com reconstrução geométrica com recuperação de tamanho e diâmetro devem ter preferência. No caso de necessidade de uso de próteses, as infláveis devem ter preferência

Para corrigirmos  a curvatura peniana causada pela Doença de Peyronie, muitos homens podem necessitar de próteses penianas.

Para que a tomada de decisão se torne mais objetiva o Instituto Peyronie considera 7 critérios clínicos para orientar o paciente.

Quando esses critérios não são considerados e a prótese não é instalada, o próprio procedimento poderá causar disfunção erétil em até 47% dos pacientes, que devem estar cientes dos benefícios, mas também dos risco inerentes ao tratamentos para a tomada consciente de decisão.

Conheça o

Instituto Peyronie

Com dois locais de atendimento  em São Paulo, o Instituto Peyronie oferece um espaço de atendimento amplo, confortável e seguro, além de uma equipe de profissionais especializados para atender seus pacientes com o máximo de excelência, sempre mantendo o nosso padrão de qualidade.


Dr. Cesar Camara

Urologista e Andrologia - CRM 97363 / RQE 41803

O Dr. Cesar Camara possui graduação e doutorado pela USP, uma das mais renomadas instituições de ensino do país. Especializou-se e Urologia, atuando diariamente no tratamento de pacientes com Doença de Peyronie, Disfunção Erétil, Aumento Prostático e na prevenção de problemas do trato uro-genital.

Ao longo dos seus mais de 12 anos de experiência em urologia, Dr. Cesar especializou-se nos atendimentos e cirurgias visando a recuperação e no restabelecimento da qualidade de vida dos seus pacientes, especialmente no tratamento das Curvaturas Genitais, dos Casos Complexos de Prótese Peniana e nas Doenças da Próstata.

Comprometido com o bem-estar de seus pacientes, o Dr. Cesar Camara acompanhar todos os processos, desde a primeira consulta, até os tratamentos, indicação de exames no pré e pós-operatório, para garantir o conforto e o máximo de segurança dos seus pacientes.

Reconhecido por uma atuação com qualidade de Nível Internacional, o Dr. Cesar Camara já foi membro do Departamento de Cirurgia do HCFMUSP,   atuou por mais de 7 anos como médico assistente-doutor do setor de Urologia do HC da Faculdade de Medicina da USP. Atua nos maiores e mais bem conceituados Hospitais da Capital Paulista.


Certificações

Títulos e Especializações

O Dr. Cesar Camara especializou-se em Urologia  pela Universidade de São Paulo – USP, onde também possui o Título de Doutor em Ciências. Ele também é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia, da International Society for Sexual Medicine e da Sociedade Latino-Americana de Medicina Sexual. É membro frequente dos maiores congressos na área ao redor do mundo.

usp

Graduação e Doutorado pela Universidade de SP (USP)

sbu

Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia. Ex-Membro Titular.

issm

Membro da International Society for Sexual Medicine

eau

Membro da Sociedade Europeia de Urologia